A forma como você apresenta a avaliação para seu filho faz diferença. Crianças que chegam sem ansiedade e com expectativas realistas tendem a ter um desempenho mais representativo — e o processo fica mais fluido para todo mundo.
Seja honesto e use linguagem acessível
Não é preciso esconder que a criança vai ao consultório. Use frases simples e verdadeiras: "Vamos a uma especialista que faz atividades para entender melhor como você aprende. É parecido com um jogo." Evite frases como "não vai doer nada" ou "é só uma conversa" — a criança pode ficar confusa ao encontrar situações diferentes do prometido.
Não ensaie respostas nem teste a criança antes
É tentador "treinar" a criança para ir bem. Mas isso prejudica a avaliação: os testes são padronizados e qualquer treino prévio distorce os resultados. O objetivo é entender o funcionamento real da criança — não verificar se ela sabe as respostas certas.
Cuide da rotina no dia da avaliação
Na medida do possível, garanta que a criança durma bem na noite anterior, faça uma refeição antes da sessão e não chegue com fome ou sonolenta. Atenção e disposição impactam diretamente o desempenho nos testes.
O que levar?
- Documentos da criança (RG, carteirinha do plano de saúde)
- Relatórios escolares ou laudos anteriores, se houver
- Informação sobre medicações de uso contínuo (avisar com antecedência)
- Um objeto de conforto, se a criança for pequena (brinquedo, chupeta)
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